sábado, 7 de maio de 2011

Mãe

Palavrinha bonita, que vira poesia na boca de tanta gente. Que às vezes, vira um chiclete, de tanto que a gente fala. Se cair, chama quem? Mãe! Lógico! Se aquele menino machuca seu coração, pra quem você conta? (ou deveria contar) Mãe! Sem sombras de dúvidas. Se tiver pesadelos, dor de barriga, vontade de comer aquela comida especial, é sempre pra mãe.
Mãe queria te dizer que, apesar de todas as brigas e discussões que um dia tivemos, por motivos reais ou por motivos fúteis. Por bagunças, meninos que eu já gostei e a senhora nunca aceitou. Quando deixo de comer, ou não como direito. Quando te encho de preocupação porque não ligo pra avisar que cheguei em algum lugar. Quando não te xingo nas palavras, mas por dentro, só falto gritar de tanta raiva.  Apesar de tudo isso, eu te amo mais que a mim mesma. Se não fosse você mãe, eu não existiria. Eu não teria vida.
Neste dia, queria te dizer que você mora pra sempre no meu coração. Sem você, não vivo. Seu choro, meu choro. Seu sorriso, meu sorriso. E você sabe bem que é isso mesmo que acontece.  Simplesmente, depois de todas essas palavras, queria dizer apenas três:

EU TE AMO!  

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